Informações
Inscrições

Curso

Inspeção em Vasos de Pressão

Objetivos:

. .Oferecer conhecimento sobre os diversos aspectos da Inspeção de Vasos de Pressão, as normas envolvidas (NR13, ASME VIII Divisão1, ABNT NBR 15417 e N-2619 da Petrobrás), bem como os diversos tipos de corrosão e as válvulas de segurança.

Recomendado para:

. . .Técnicos e Engenheiros nas áreas de manutenção, inspeção, montagem, processo e projeto para indústrias.

Conteúdo:

1 – Conceitos
. . .1.1. Pressão
. . .. . . 1.1.1- Pressão normal de operação
. . .. . . 1.1.2. Pressão máxima de operação
. . .. . . 1.1.3. Pressão mínima de operação
. . .. . . 1.1.4. Pressão de projeto
. . .. . . 1.1.5. Pressão de abertura da válvula de segurança
. . .. . . 1.1.6. Pressão máxima de trabalho admissível (PMTA)
. . .. . . 1.1.7. Pressão de teste hidrostático
. . .1.2. Temperatura
. . .. . . 1.2.1. Temperatura normal de operação
. . .. . . 1.2.2. Temperatura máxima de operação
. . .. . . 1.2.3. Temperatura mínima de operação
. . .. . . 1.2.4. Temperatura de projeto
. . .1.3. Espessura da chapa
. . .. . . 1.3.1. Espessura mínima calculada
. . .. . . 1.3.2. Sobreespessura para corrosão
. . .. . . 1.3.3. Espessura da chapa adotada
. . .. . . 1.3.4. Espessura do vaso novo e corroído
. . .1.4. Teste hidrostático
. . .. . . 1.4.1. Pressão do teste hidrostático
. . .. . . 1.4.2 Comparação com as pressões de operação e PMTA
. . .1.5. Tensões admissíveis
. . .1.6. Fluência
. . .1.7. Limite de resistência
. . .1.8. Limite de ruptura
. . .1.9. Coeficiente de eficiência da Solda

2 – Corrosão
. . .2.1. Tipos de corrosão metálica
. . .2.2. Causas da corrosão eletroquímica
. . .2.3. Formas da corrosão eletroquímica
. . .. . . 2.3.1. Uniforme
. . .. . . 2.3.2. Pites
. . .. . . 2.3.3. Galvânica
. . .. . . 2.3.4. Seletiva
. . .. . . 2.3.5. Em Frestas
. . .. . . 2.3.6. Corrosão Erosão
. . .. . . 2.3.7. Bacteriana
. . .. . . 2.3.8. Sob Tensão
. . .. . . 2.3.9. Intergranular
. . .. . . 2.3.10. Incisiva
. . .2.4. Fatores que influenciam a corrosão
. . .2.5. Meios de controle
. . .. . . 2.5.1. Projeto
. . .. . . 2.5.2. Fabricação
. . .. . . 2.5.3. Operação
. . .. . . 2.5.4. Margem para corrosão

3 – Norma ASME Seção VIII Divisão 1
. . .3.1. Cálculo de cascos cilíndricos para pressão interna
. . .3.2. Cálculo da PMTA
. . .3.3. Cálculo de tampos elípticos para a pressão interna
. . .3.4. Cálculo de tampos toriesféricos para a pressão interna
. . .3.5. Cálculo dos reforços dos bocais e outras aberturas

4 – Norma Regulamentadora 13 – Caldeiras e Vasos de Pressão
. . .4.1. Disposições gerais (item 13.6 da NR13)
. . .4.2. Instalação de vasos de pressão (item 13.7 da NR13)
. . .4.3. Segurança na operação de vasos de pressão (item 13.8 da NR13)
. . .4.4. Segurança na manutenção de vasos de pressão (item 13.9 da NR13)
. . .4.5. Inspeção de segurança de vasos de pressão (item 13.10 da NR13)
. . .4.6. Anexos
. . .. . 4.6.1 Anexo I-B – Currículo mínimo para “Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo”
. . .. . . 4.6.2 Anexo II – Requisitos para certificação de “Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos”
. . .. . . 4.6.3 Anexo III – Aplicação da NR13 em vasos de pressão
. . .. . . 4.6.4 Anexo IV – Classificação de vasos de pressão

5 – Norma ABNT NBR 15417 – Vasos de Pressão – Inspeção de segurança em serviço
. . .5.1. Preparação para a inspeção e requisitos de segurança
. . .5.2. Tipos de inspeção
. . .. . . 5.2.1 Inspeção externa
. . .. . . 5.2.2 Inspeção interna
. . .. . . 5.2.3 Inspeção inicial
. . .. . . 5.2.4 Inspeções extraordinárias
. . .5.3. Dispositivos de segurança (válvulas de segurança e alívio)
. . .5.4. Ensaios não-destrutivos (END)
. . .. . . 5.4.1 Medição de espessura
. . .. . . 5.4.2 Partículas magnéticas (PM)
. . .. . . 5.4.3 Medição de campo de corrente alternada (ACFM)
. . .. . . 5.4.4 Ultra-som (US)
. . .. . . 5.4.5 Liquido penetrante (LP)
. . .. . . 5.4.6 Emissão acústica
. . .. . . 5.4.7 Outros ensaios
. . .5.5. Lista auxiliar
. . .. . . 5.5.1 Inspeção em escadas, passarelas e plataformas
. . .. . . 5.5.2 Inspeção em fundações, suportes e elementos de fixação
. . .. . . 5.5.3 Inspeção no isolamento térmico
. . .. . . 5.5.4 Inspeção na pintura
. . .. . . 5.5.5 Inspeção externa do casco
. . .. . . 5.5.6 Inspeção nas conexões e acessórios
. . .5.6. Testes de sobrepressão (hidrostático e pneumático)
. . .5.7. Anotações no registro de segurança do vaso de pressão
. . .. . . 5.7.1 Abertura do registro de segurança
. . .. . . 5.7.2 Anotações no registro de segurança
. . .. . . 5.7.3 Exemplos de anotações
. . .5.8. Relatório de inspeção
. . .5.9. Responsabilidades dos usuários de vasos de pressão

6 – Norma N-2619 (Petrobrás) – Inspeção em Serviço de Vasos de Pressão
. . .6.1. Objetivo
. . .6.2. Documentos complementares
. . .6.3. Definições
. . .6.4. Condições gerais
. . .. . . 6.4.1 Periodicidade
. . .. . . 6.4.2 Preparação para a inspeção
. . .. . . 6.4.3 Requisitos de segurança
. . .. . . 6.4.4 Registro de inspeção
. . .6.5. Inspeção externa
. . .. . . 6.5.1 Inspeção em escadas, passarelas e plataformas
. . .. . . 6.5.2 Inspeção nas fundações e suportes
. . .. . . 6.5.3 Inspeção nos chumbadores
. . .. . . 6.5.4 Inspeção nos dispositivos de aterramento
. . .. . . 6.5.5 Inspeção no isolamento térmico
. . .. . . 6.5.6 Inspeção na pintura
. . .. . . 6.5.7 Inspeção externa no casco
. . .. . . 6.5.8 Inspeção nas conexões e acessórios
. . .6.6. Inspeção interna
. . .. . . 6.6.1 Inspeção na abertura do vaso de pressão
. . .. . . 6.6.2 Seqüência para inspeção interna
. . .6.7. Testes e ensaios não-destrutivos (ENDs)
. . .. . . 6.7.1 Medição de espessura
. . .. . . 6.7.2 Partículas magnéticas (PM)
. . .. . . 6.7.3 Ultra-som (US)
. . .. . . 6.7.4 Outros ensaios
. . .6.8. Reparos
. . .6.9. Teste hidrostático
. . .6.10. Critério de aceitação
. . .. . . 6.10.1 Ensaios não-destrutivos (ENDs)
. . .. . . 6.10.2 Recalque
. . .. . . 6.10.3 Espessura mínima: Casco, calota, tampo e bota
. . .. . . 6.10.4 Pintura
. . .. . . 6.10.5 Teste hidrostático
. . .6.11. Registros e resultados

7 – Válvulas de segurança (PSV)
. . .7.1. Conceitos e terminologia
. . .. . . 7.1.1. Válvula de segurança
. . .. . . 7.1.2. Válvula de alívio
. . .. . . 7.1.3. Válvula balanceada
. . .. . . 7.1.4. Pressão de ajuste
. . .. . . 7.1.5. Sobrepressão
. . .. . . 7.1.6. Acumulação
. . .. . . 7.1.7. Pressão de fechamento
. . .. . . 7.1.8. Diferencial de alivio
. . .. . . 7.1.9. Contrapressão
. . .7.2. Principio de operação
. . .. . . 7.2.1. Principais componentes
. . .7.3. Dimensionamento e seleção
. . .. . . 7.3.1. Premissas de calculo
. . .. . . 7.3.2. Dados de processo
. . .. . . 7.3.3. Norma API 520: gases, líquidos e vapor
. . .. . . 7.3.4. Software PSV Calc – Calculo, seleção e materiais
. . .. . . 7.3.5. Data Sheet (folha de dados)
. . .. . . 7.3.6. Norma API 526: materiais dos componentes
. . .7.4. Inspeção das válvulas de segurança
. . .. . . 7.4.1. Inspeção externa
. . .. . . 7.4.2. Inspeção interna
. . .. . . 7.4.3. Testes

8 – Conclusões e comentários finais

9 - Bibliografia


Currículo do Instrutor:

. . .Marcos L. M. Rodrigues é Engenheiro Mecânico, graduado na PUC/MG, Pós-graduado em Gestão de Marketing e Negócios na Fundação Dom Cabral, e Mestre em Sistemas Térmicos e Fluidos pela PUC/MG. Atua na área de Utilidades, especialmente em sistemas de ar comprimido, gás natural, vapor e fluidos em geral, em todos os segmentos industriais. Realiza Consultoria em Eficiência Energética nestas áreas, avaliando também a utilização de diversos combustíveis para queima em caldeiras e implantação de Sistemas de Cogeração. Membro da ABESCO SP, ABM SP, SME MG e atualmente é diretor da Enersolution Consultoria em Energia Ltda.

Informações
Inscrições