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Curso

PCM - Planejamento e Controle da Manutenção

Foco:
Principais Ferramentas utilizadas para Promover a Qualidade

Objetivo:

. .O curso tem como objetivo oferecer ao participante conhecimento sobre Planejamento e Controle da Manutenção visando a maximização da disponibilidade dos equipamentos e a redução dos custos de manutenção conforme conteúdo programático.

Recomendado para:

. . .Profissionais responsáveis pelo desempenho, confiabilidade e disponibilidade de equipamentos, que necessitem de conhecimentos básicos sobre Planejamento e Controle da Manutenção com foco nas principais ferramentas utilizadas para promover a qualidade..

Conteúdo:

1. Evolução da Manutenção
. . 1.1. Introdução
. . 1.2. Histórico da Manutenção
. . 1.3. A Interação entre as fases

2. Gestão Estratégica da Manutenção
. . 2.1. Introdução
. . 2.2. Manutenção Estratégica
. . 2.3. Produto da Manutenção
. . 2.4. Conceito Moderno da Manutenção
. . 2.5. Papel da Manutenção no Sistema da Qualidade da Organização


3. Planejamento e Controle da Manutenção
. . 3.1. Introdução
. . 3.2. Custos
. . 3.3. Estrutura Organizacional da Manutenção
. . 3.4. Sistemas de Controle da Manutenção


4. Programa TPM - Manutenção Produtiva Total

. . 4.1. Introdução
. . 4.2. A Estratégia do TPM
. . 4.3. O que é TPM
. . 4.4. Pilar de Melhorias Específicas
. . 4.5. Pilar de Manutenção Autônoma
. . 4.6. Pilar de Manutenção Planejada
. . 4.7. Pilar de Educação e Treinamento
. . 4.8. Exemplo Prático


5. O Programa 10S
. . 5.1. Introdução
. . 5.2. Origem dos 10S
. . 5.3. Significados dos 10S:
. . . . . . • Senso de Seleção . . . .. . .. . . • Senso de Ordenação
. . . . . . • Senso de Limpeza . . . . . .. . . • Senso de Padronização
. . . . . . • Senso de autodisciplina . . . . .• Senso de União
. . . . . . • Senso de Auto-treinamento . .• Senso de Aparência
. . . . . . • Senso de Economia . . . . . . . . • Senso de Responsabilidade
. . 5.4. Benefícios
. . 5.5. Passos a serem seguidos para Implantação do Programa 10S
. . 5.6. Exemplo Prático


6. Seis Sigma
. . 6.1. Introdução
. . 6.2. Origem dos Seis Sigma
. . 6.3. Visão de Líderes Envolvidos com o Seis Sigma
. . 6.4. Foco do Seis Sigma
. . 6.5. O que é Sigma?
. . 6.6. Significado do Seis Sigma
. . 6.7. Os Participantes e suas Responsabilidades
. . 6.8. A Metodologia DAIC
. . 6.9. Questões relativas à implementação do Seis Sigma


7. RBM - Reliability Based Maintenance (Manutenção Centrada em Confiabilidade)

. . 7.1. Introdução
. . 7.2. Objetivos da Manutenção Centrada em Confiabilidade
. . 7.3. Definições
. . 7.4. Sistemática para Aplicação da MCC


8. FMEA - Failure Modes and Effects Analysis (Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos)
. . 8.1. Introdução
. . 8.2. O que é uma FMEA
. . 8.3. Implementação da FMEA
. . 8.4. Responsabilidade
. . 8.5. Acompanhamento
. . 8.6. FMEA de Projeto
. . 8.7. FMEA de Processo
. . 8.8. Objetivos da Qualidade da FMEA de Projeto / Processo


9. RCFA - Root Cause Failure Analysis (Análise da Causa Raiz da Falha)

. . 9.1. Introdução
. . 9.2. Por que aplicar o RCFA?
. . 9.3. Implementação da RCFA
. . 9.4. Definição da Árvore de Falhas do Sistema
. . 9.5. Aplicação do RCFA
. . 9.6. Registro de Análise
. . 9.7. Gerência x RCFA


10. Indicadores de Desempenho da Manutenção
. .. .10.1. Introdução
. .. .10.2. Indicadores de Manutenção Industrial
. .. .10.3. Indicadores Classe Mundial:
. . . . . . - Índices Classe Mundial voltados para Gestão
. . . . . . - Índices Classe Mundial voltados para Custos
. .. .10.4. Outros Indicadores:
. . . . . . - Hora Parada ou Hora Indisponível
. . . . . . - Hora de Espera
. . . . . . - Hora de Impedimento
. . . . . . - Custo de Manutenção


11. SIGM - Sistema de Gestão de Relatório
. .. .11.1. Introdução
. .. .11.2. Apresentação do Programa SIGM
. .. .11.3. Módulo "Dados Técnicos"
. .. .11.4. Módulo "Histórico de Falhas"
. .. .11.5. Módulo "Plano de Manutenção"
. .. .11.6. Módulo "Manutenção Preditiva"
. .. .11.7. Considerações Finais

Currículo do Instrutor:

. . .PROF. D.Sc. JORGE NEI BRITO - Pós-Doutorando em Engenharia Mecânica pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Doutor em Engenharia Mecânica pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Mestre em Engenharia Mecânica pela UFU (Universidade Federal de Uberlândia). Especialista em Manutenção Preditiva (Análise de Vibração) pela FUPAI. Engenheiro Mecânico pela PUC - MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais). Especialista da Modalidade Industrial Resolução 1010 do Sistema Confea/Creas. Especialista em detecção de falhas em máquinas rotativas através de técnicas preditivas (análise de vibração, análise de corrente, análise de fluxo magnético, análise de tensão/corrente parasita no eixo do motor, análise térmica, análise termográfica) e inteligência artificial (redes neurais artificiais, sistemas especialistas, redes nebulosas, sistemas neuro-fuzzy). Autor de mais de 160 artigos técnicos apresentados e publicados em congressos nacionais e internacionais. Autor de patente PI0303047-4 (Bobina de fluxo magnético para o acompanhamento preditivo de motores de indução trifásicos). Diretor da ABEMEC-MG (Associação de Engenharia Mecânica e Industrial de Minas Gerais). Diretor Técnico da FENEMI (Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial)..

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