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Curso

Diagnóstico de Falhas em Motores Elétricos
Técnicas Convencionais, Preditivas e de Inteligência Artificial

Objetivo:

Oferecer conhecimento sobre detecção de falhas em motores de indução trifásicos através de técnicas convencionais, preditivas e de inteligência artificial aos profissionais responsáveis pelo desempenho, confiabilidade e disponibilidade destes equipamentos. Serão apresentados casos reais de detecção de falhas através destas técnicas tanto de origem mecânica como de origem elétrica.

Recomendado para:

Engenheiros, mecânicos, eletricistas, eletromecânicos, técnicos e supervisores de manutenção preditiva.

Programa:

1. Introdução
. . 1.1. Síntese das Pesquisas Realizadas pelo EPRI e IEEE
. . 1.2. Principais Fontes de Defeitos nos Motores Elétricos

. . . . . .1.2.1. Defeitos no Estator
. . . . . .1.2.2. Defeitos no Rotor
. . . . . .1.2.3. Micro-Soldagem ou Descascamento na Pista Externa do Rolamento
. . 1.3. Considerações finais

2. Fundamentos Básicos dos Motores de Indução Trifásicos
. . 2.1. Características Construtivas
. . . . . .2.1.1. Rotor de Gaiola
. . . . . .2.1.2. Rotor de Anéis Bobinados
. . 2.2. Campo Magnético Girante
. . 2.3. Velocidade Síncrona
. . 2.4. Princípio do Motor de Indução Trifásico
. . 2.5. Curto-Circuito Equivalente do Motor de Indução Trifásico

3. Técnicas Tradicionais para Testes em Motores Elétricos
. . 3.1. Rigidez dielétrica
. . . . . .3.1.1. Características da tensão aplicada
. . . . . .3.1.2. Tempo de duração do ensaio
. . . . . .3.1.3. Espessura do material
. . . . . .3.1.4. Influência da temperatura
. . 3.2. Constante dielétrica
. . 3.3. Distribuição do campo elétrico entre lâminas paralelas
. . 3.4. Isolantes industriais sólidos
. . . . . .3.4.1. Mica
. . . . . .3.4.2. Vidro
. . . . . .3.4.3. Materiais Cerâmicos
. . . . . .3.4.4. Papéis isolantes fibrosos
. . . . . .3.4.5. Papel Isolante "nomex"
. . . . . .3.4.6. Vernizes Isolantes
. . 3.5. Causas que levam à deterioração dos materiais isolantes em máquinas elétricas
. . . . . .3.5.1. Elevação da Temperatura
. . . . . .3.5.2. Esforços elétricos
. . . . . .3.5.3. Esforços ambientais
. . . . . .3.5.4. Esforços mecânicos
. . 3.6. Principais testes utilizados para detecção da baixa isolação
. . . . . .3.6.1. Teste com corrente contínua
. . . . . .3.6.2. Megômetro ou Megger
. . . . . .3.6.3. Teste com corrente alternada
. . 3.7. Casos Práticos: Megômetro, Hipot e Surge Test.
. . 3.8. Considerações finais

4. Técnicas Preditivas para Detecção de Falhas em Motores Elétricos
. . 4.1. Análise de Vibração
. . . . . .4.1.1. Introdução ao Processamento de Sinais
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.1. Tipos de Sinais e sua Representação Espectral
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.2. Entendendo o Processamento de Sinais
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.3. Pontos de Medição
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.4. Domínio do Tempo
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.5. Aquisição do Sinal
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.6. Processamento do Sinal
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.7. Domínio da Frequência
. . . . . .. . .. . . 4.1.1.8. Faixa de Frequência / Número de Linhas
. . . . . .4.1.2. Defeitos de origem mecânica
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.1. Desbalanceamento
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.2. Desalinhamento
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.3. Eixo Torto ou Empenado
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.4. Folga Mecânica
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.5. Truncamento
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.6. Mancais
. . . . . .. . .. . . 4.1.2.7. Ventilação
. . . . . .4.1.3. CASOS PRÁTICOS: Detecção de falhas através da Análise Vibração
. . . . . .. . .. . . 4.1.3.1. CASO PRÁTICO: Defeito na Pista Interna/Externa dos Rolamentos
. . . . . .. . .. . . 4.1.3.2. CASO PRÁTICO: Detecção de Barras Quebradas através da Análise Vibração
. . . . . .. . .. . . . . . . . . . 4.1.3.2.1. Barras quebradas ou trincadas
. . . . . .. . .. . . . . . . . . . 4.1.3.2.2. Bancada de testes
. . . . . .. . .. . . . . . . . . . 4.1.3.2.3. Espectros de vibração
. . 4.2. Análise de Corrente
. . . . . .4.2.1. CASO PRÁTICO: Detecção de Barras Quebradas através da Análise de Corrente
. . 4.3. Análise de Fluxo Magnético
. . . . . .4.3.1. Introdução à Técnica de Envelope
. . . . . .. . .. . . 4.3.1.1. Modulação
. . . . . .. . .. . . 4.3.1.2. Demodulação
. . . . . .. . .. . . 4.3.1.2. Aplicação da Técnica de Envelope
. . . . . .4.3.2. Considerações iniciais sobre as falhas introduzidas
. . . . . .4.3.3. Curto-circuito entre espiras e desequilíbrio de fase
. . . . . .. . .. . . 4.3.3.1. Considerações gerais sobre curto-circuito entre espiras
. . . . . .. . .. . . 4.3.3.2. Representação do curto-circuito entre espiras
. . . . . .. . .. . . 4.3.3.3. Identificação das falhas
. . . . . .4.3.4. CASO PRÁTICO: Detecção de circuito entre espiras e desequilíbrio de fase
. . . . . .. . .. . . 4.3.4.1. Transdutor proposto para o monitoramento do fluxo magnético
. . . . . .. . .. . . 4.3.4.2. Descrição da bancada experimental
. . . . . .. . .. . . 4.3.4.3. Teste de baixa isolação e desequilíbrio de fase
. . . . . .4.3.5. CASO PRÁTICO: Detecção BQ através da Análise de Fluxo Magnético
. . 4.4. Análise de Tensão/Corrente Parasita no Eixo do Motor
. . . . . .4.4.1. CASO PRÁTICO: Falha nas Pistas do Rolamento
. . 4.5. Análise Termométrica Infravermelha
. . . . . .4.5.1. Definição da Temperatura e do Calor
. . . . . .4.5.2. Escalas de Temperatura
. . . . . .4.5.3. Escala Internacional de Temperatura
. . . . . .4.5.4 Causas de Alta Temperatura
. . . . . .4.5.5. Efeitos de Alta Temperatura
. . . . . .4.5.6. Configuração dos Parâmetros de Temperatura
. . . . . .4.5.7. Radiômetros
. . . . . .4.5.8. Análise de Temperatura em Motores Elétricos
. . 4.6. Termografia Infravermelha
. . . . . .4.6.1. Inspeção Termográfica
. . . . . .4.6.2. Sistemas Infravermelhos
. . . . . .4.6.3. Termogramas
. . . . . .4.6.4. Ver o Calor é Ver o Problema
. . . . . .4.6.5. Limitações da Termografia
. . . . . .4.6.6. Benefícios da Termografia
. . . . . .4.6.7. Aplicações da Termografia
. . . . . .. . .. . . 4.6.7.1. CASO PRÁTICO: Aquecimento no Motor Elétrico
. . . . . .. . .. . . 4.6.7.2. CASO PRÁTICO: Detecção de Curto-Circuito

5. Técnicas de Inteligência Artificial para Detecção de Falhas em Motores Elétricos
. . 5.1. Introdução às Técnicas de Inteligência Artificial
. . 5.2. Sistemas Especialistas
. . . . . .5.3.1. Definição da estratégia de diagnóstico
. . . . . .5.3.2. CASO PRÁTICO: Aplicação do SE_MIT para diagnóstico de desbalanceamento
. . . . . .5.3.3. CASO PRÁTICO: Aplicação do SE_MIT para diagnóstico de barras quebradas
. . . . . .5.3.4. Considerações finais
. . 5.3. Redes Neurais Artificiais
. . . . . .5.3.1. Sistema Inteligente Híbrido: Sistema Especialista + Redes Neurais Artificiais
. . . . . .. . .. . . 5.3.1.1. Módulo Pré-processamento
. . . . . .. . .. . . 5.3.1.2. Módulo Rede Neural
. . . . . .. . .. . . 5.3.1.3. Módulo Sistema Especialista
. . . . . .5.3.2. CASO PRÁTICO: Sistema Inteligente Híbrido Diagnóstico de Falhas em MIT
. . 5.4. Lógica Fuzzy
. . . . . .5.4.1. CASO PRÁTICO: Aplicação da Lógica Fuzzy Diagnóstico de Falhas Mecânicas
. . 5.5. Sistema Adaptativo de Inferência Neuro-Fuzzy (ANFIS)
. . . . . .5.5.1. CASO PRÁTICO: Aplicação Sistema ANFIS Diagnóstico de Falhas Mecânicas
. . 5.6. Monitoramento "On-Line" de MIT através de Técnicas de Inteligência Artificial
. . . . . .5.6.1. CASO PRÁTICO: Detecção do Desequilíbrio de Fase e Curto-Circuito

Currículo do Instrutor:

. . .PROF. D.Sc. JORGE NEI BRITO - Pós-Doutorando em Engenharia Mecânica pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Doutor em Engenharia Mecânica pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Mestre em Engenharia Mecânica pela UFU (Universidade Federal de Uberlândia). Especialista em Manutenção Preditiva (Análise de Vibração) pela FUPAI. Engenheiro Mecânico pela PUC - MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais). Especialista da Modalidade Industrial Resolução 1010 do Sistema Confea/Creas. Especialista em detecção de falhas em máquinas rotativas através de técnicas preditivas (análise de vibração, análise de corrente, análise de fluxo magnético, análise de tensão/corrente parasita no eixo do motor, análise térmica, análise termográfica) e inteligência artificial (redes neurais artificiais, sistemas especialistas, redes nebulosas, sistemas neuro-fuzzy). Autor de mais de 160 artigos técnicos apresentados e publicados em congressos nacionais e internacionais. Autor de patente PI0303047-4 (Bobina de fluxo magnético para o acompanhamento preditivo de motores de indução trifásicos). Diretor da ABEMEC-MG (Associação de Engenharia Mecânica e Industrial de Minas Gerais). Diretor Técnico da FENEMI (Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial).

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